SOBREVIVENDO ÀS MERDAS DA VIDA

 





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Sinopse

Em um mundo brutal, indiferente e saturado de ilusões, você decide não desistir. Entre pensamentos extremos, quedas internas e lucidez cortante, você enfrenta a própria mente e a selva humana. Este livro não promete conforto, mas clareza. É um convite cru à responsabilidade pessoal, à resistência e à ressignificação da vida. Sobreviver, aqui, é um ato de rebeldia consciente.

Alguns comentários:

Não é autoajuda, é um soco filosófico. A escrita é áspera, honesta e necessária. Você não sai ileso — sai mais lúcido.”
— Renata M.

“Um livro que não tenta te salvar, mas te obriga a se encarar. Poucos textos têm coragem de dizer verdades tão desconfortáveis sem romantizar a dor.”
— Laura S.

“Cru, profundo e radicalmente realista. E-Kan escreve como quem já esteve no fundo e decidiu pensar em vez de fugir. Leitura pesada, porém libertadora.”
— Marcos A.


Trecho:



Houve noites em que, antes de dormir, eu apenas pedia para não acordar mais. E outras noites em que eu bebia e me drogava e saía pelas piores ruas e vielas na esperança de que algum bandido me atacasse e me matasse. Houve dias que se tornaram a mais tenebrosa e insana escuridão. E foram vários anos assim. Mas, de repente, no amanhecer de um dia comum como todos os outros, antes de levantar da cama, antes de perguntar de novo: “será hoje?”, algo que pensei que nunca mais iria acontecer, aconteceu. A vida, fria e sacana, em todo seu mistério, simplesmente me fez levantar, lavar a cara, comer uma fruta e depois me fez caminhar. No início, todos os piores pensamentos e desejos de morte persistiram. Mas a cada novo dia, a cada nova caminhada, todos os sentimentos e fantasias suicidas foram desaparecendo até que, num outro dia, numa nova caminhada, só pensava que a vida é foda, esse mundo é foda, a maioria das pessoas desse mundo são desgraçadas, malignas e malditas e só querem nos ver mortos e jogados num buraco. E muitas das pessoas ruins estão perto de nós e fingindo que nos amam, ou que nos querem bem, mas é tudo por interesses. Então, mais uma vez me perguntei: “por que continuo a viver nessa merda de mundo?”. Foi aí que entendi que me matar seria a coisa mais fácil, mas viver com todo o mal que pode nos destroçar é que é o grande desafio. Então, decidi ficar o máximo que puder nesse mundo besta, apenas por mim, por ninguém mais. Hoje, quase alguns anos após essa decisão, me sinto razoavelmente bem comigo mesmo, principalmente por não dar o gostinho aos filhos da puta que adorariam me ver debaixo de sete palmos de terra. Por isso, hoje posso te dizer, com respeito e dignidade: a vida sempre pode ser ressignificada. Aguente firme. Somos o que somos, ao mesmo tempo, Luz e Escuridão e por isso somos verdadeiros Viajantes da Luz na Escuridão. Fique bem, apesar de tudo.

E. E-Kan


Todo aquele que assume o controle e a responsabilidade sobre si mesmo, assume o Poder sobre a sua vida e a ressignifica.

A nossa vida aqui nessa Terra é construção, destruição, reconstrução e ressignificação. Como Viajantes da Luz na Escuridão, nós sempre estamos atualizando o nosso sentido de Ser e, assim, ressignificando a nossa Existência diante da Incomensurabilidade Cósmica. Há sempre tempo para tudo. Mas, o tempo não para, o tempo urge!

Introdução

Este mundo sempre foi, é e sempre será um mundo cão, a selva humana, onde prevalece “a moral do mais forte” e “onde os fracos não têm vez”. E pode ser, talvez, que em todo o Cosmos seja assim, um “Cosmos Cão”, uma “Selva Cósmica”.

A vida é essencialmente fria, vazia de sentido, dura e implacável para todos em todas as classes e idades e segue em frente, como um rolo compressor, independente do que os seres ditos pensantes achem ou deixem de achar, acreditem ou deixem de acreditar. A vida, a natureza, o universo, o cosmos, simplesmente não se importam com o que vive e com o que morre.

A maioria esmagadora da humanidade sempre foi ignorante, violenta, burra, historicamente alienada. Mas, com o advento das Redes “Umbrais” Sociais e a Algoritmia do Caos, criadas por pessoas mais viciadas em dinheiro do que os craqueiros viciados em drogas na cracolândia, a coisa piorou em face do processo de desumanização que nós chamamos de “humanidade zero”, isto é, o processo de imbecilização, gadização, brutalização e desumanização da humanidade.

E em face desse processo todo, complexo, infelizmente, a maioria da humanidade já se encontra num irreversível e avançado estágio de putrefação mental, moral e espiritual.

Com o aumento do número de animais pensantes sobre a Terra (passando de 8 bilhões), a tendência é da coisa toda piorar e muito nos próximos anos, décadas e séculos.

O fato é que a maioria da humanidade está cometendo um gradativo suicídio global. O modo de vida alicerçado no apego doentio às coisas materiais, no materialismo mórbido, no consumismo e amontoamento de bens, na fome macabra de TER mais e mais para encher o saco sem fundo do vazio tenebroso da alma que nunca se sacia, foi suportado pelo Planeta até agora, mas com o aumento vertiginoso do número de imbecis nesse mundo, certamente, a coisa toda caminha para um ponto crítico e o caos total deve ter seu ápice, provavelmente, com a explosão da mega bolha do abismo social de injustiças, misérias e abusos criminosos.

E é diante dessa realidade brutal, desse mundo cão, dessa humanidade em sua maioria podre de mente, coração e alma que muitos, já exaustos de tudo, sobretudo, cansados de não ter mais esperança alguma, acabam cometendo suicídio ou coisa pior.

Segundo a Worldometers, mais de um milhão de pessoas cometem suicídio todos os anos, em todo o Planeta (fora o que não é notificado às autoridades). Diante de tanta desgraça, muitos de nós, já exaustos em todos os sentidos, nos perguntamos: que diabos está acontecendo com a humanidade? Vale a pena viver num mundo assim? Devo seguir em frente ou desistir? Muitos são os “porquês” e os “pra quês”.

Uma Verdade que ninguém admite: viemos sozinhos, vivemos a maior parte da vida sozinhos e morremos sozinhos. Todo o resto é romantismo, idealização, imaginação, ilusão. Sim, a humanidade precisa de ilusões para sobreviver a si mesma. Mas, mesmo assim, a verdade continua sendo verdade. Por isso, mesmo tendo uma multidão de seguidores no mundo virtual ou “vários conhecidos” na vida real, a maioria esmagadora, salvo uma ou outra exceção não são teus amigos, não te querem bem e não te amam; a maioria das pessoas que dizem que amam você e te querem bem, na verdade, tem segundas e terceiras intenções, muitas vezes extremamente malignas, e no geral, a maioria das pessoas que acham que te conhecem, de fato, só querem estar próximo do Poder Pessoal que você têm, querem teu dinheiro, tuas coisas, tua fama passageira, nada mais que isso. Então aceite o fato de ser sozinho e viva na busca racional e inteligente de almas simples, transparentes e honestas com elas mesmas, com Poder Pessoal, que possam eventualmente somar em algum aspecto da sua vida. Mas não se iluda com o “fim da solidão”. A solidão nunca tem fim. Só o que fazemos é aceitar essa realidade e tentar amenizar a nossa solidão.

A questão final é: vale a pena continuar a viver nesse mundo cão, insano, brutal, hediondo, injusto e desigual, de pessoas falsas e interesseiras? Se sim, por quê? E como faço isso? Que vida levo, doravante? Para quê?

Não adianta nada ter um grande Poder Pessoal e não saber usá-lo a seu favor. Antes de tudo, é urgente que se faça uma faxina geral mental, moral e espiritual, é preciso assumir o controle sobre sua vida e a responsabilidade sobre si mesmo para então assumir o seu Poder Pessoal de fato e fazer o melhor uso dele, principalmente, em favor de você mesmo. Ouvir é uma postura de sabedoria, mas isso não significa que você deva aceitar o que as pessoas dizem. Siga os seus próprios instintos pessoais, reforme-se, se reestruture, se reorganize, se ressignifique, assuma o seu Poder Pessoal e viva ao máximo, sem medo de ter medo. O maior suicídio de todos é viver uma vida fake, ser um morto em vida e desperdiçar o seu Poder Pessoal. Desperte!

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