Não existe ficção mais tragicômica que a História humana sobre a Terra
Partindo sempre do princípio que, d iante da Imensidão Cósmica Interestelar, ainda somos meras partículas de poeira cósmica pensantes, a história humana sobre a Terra não passa de uma tremenda tragicomédia, muitas vezes mais tragédia do que comédia. Lucien Febrev ( 22 de julho de 1878 a 26 de setembro de 1956), morto aos 78 anos de ataque cardíaco, visto como um grande historiador, diz já de cara em seu livro "Combates pela história": " Amo a história. Se não a amasse não seria historiador". Como alguém ama algo que não não conhece por inteiro? É possível conhecer algo por inteiro? Não há, para mim, nada mais ridiculamente ficcional e fantasioso que amar uma coisa que não se conhece por inteiro. Quando o Febrev diz "Amo a história", penso que não há nada mais ficcional, fantasioso e mentiroso, ainda que seja uma mentira sincera. Contudo, podemos condenar o Febrev por ser sentimental e amar irracionalmente uma coisa? Quem nunca amou algo ou alguém sem...
