Getúlio Vargas e o uso do futebol para se manter no poder
Getúlio queria que a torcida pelo Brasil rendesse aplausos também para ele. No Estado Novo, o futebol virou palanque: o DIP fazia a propaganda, o CND enquadrava o esporte e o governo vendia o pacote de patriotismo, disciplina e obediência. Até jogadores negros, como Leônidas da Silva, viravam vitrine de uma suposta harmonia racial, enquanto o racismo seguia firme fora do campo. A jogada era essa: pegar carona na paixão popular para legitimar a ditadura. O craque fazia o gol, e Getúlio tentava levantar a taça. LEIA O ARTIGO COMPLETO AQUI>>>
