Os aloprados da história
Todos os grandes ícones das religiões não passam de crias das elites que perambulam pelas sombras. São marionetes dessas elites e alentos, consolos e esmolas servidas para que a grande massa ignóbil e mentecapta, em todos os tempos, seja mantida sob controle.
Além disso, qualquer um que seja sério e faça um estudo sério sobre as personalidades psicológicas desses tipos usados pelas elites, constatará que não passam de sociopatas (na maioria), psicopatas (em muitos casos), impostores, estelionatários, golpistas e fanáticos aloprados no geral.
A principal característica desses tipos de aloprados da história é que, a maioria deles, finge que não quer que ninguém os siga e os idolatre, a maioria finge que não quer que criem religiões em nome deles, a maioria finge que não quer que matem e morram em nome deles, que não façam o diabo em nome deles.
No meio de suas pregações santarronas e 'acima de qualquer suspeita', escondem-se os comandos para a populaça, em todos os tempos abestalhada: "vão, me idolatrem, matem e se matem". O curioso é que, salvo algumas exceções, a maioria desses aloprados não querem dinheiro, poder, eles querem apenas um tipo doentio de fama, um tipo doentio de "eternidade", um tipo hediondo e doentio de "entrar para a história", como se a história humana sobre a Terra, diante da imensidão cósmica interestelar, fosse importante de fato. Ou seja, o que esses tipos aloprados querem é ser vistos como 'especiais', como parte indispensável da tragicomédia humana, é estarem à frente, no palco, estrelando e serem aplaudidos, venerados, idolatrados, fanatizados pelas multidões de idiotas, incondicionalmente. Repito, nada mais doentio.
Qualquer um que faça parte de uma multidão de aloprados é um grande candidato a assassino e suicida terrorista.
DICA DE LIVRO: O TRATADO DOS TRÊS IMPOSTORES
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