Voltaire come o fiote do Leibniz



Este artigo analisa Cândido, ou o Otimismo, como o registro de Voltaire comendo o fiote filosófico de Leibniz com garfo, ironia e nenhum respeito pelo “melhor dos mundos possíveis”. Nos capítulos 1, 3, 6 e 30, Cândido descobre que o paraíso tem um barão que distribui pontapés, a guerra transforma carnificina em espetáculo e a Inquisição tenta resolver terremotos assando gente. Pangloss, por sua vez, continua garantindo que está tudo ótimo, demonstrando admirável resistência à realidade. Com Marc Parmentier, examina-se como Voltaire põe o otimismo à prova, enquanto os acontecimentos vão espancando a teoria. Pomian entra para ajudar a pensar a relação entre ficção e história, pois a narrativa é inventada, mas os absurdos têm endereço histórico. Ao final, depois de tanta desgraça filosoficamente justificada, Cândido resolve cultivar seu jardim, porque alguém precisa trabalhar enquanto Pangloss explica por que a merda aconteceu da melhor maneira possível.

LEIA O ARTIGO COMPLETO AQUI>>>

Comentários

Para pedir livros em PDF, mande e-mail para freucolivros@gmail.com

Formulário de contato

Nome

E-mail *

Mensagem *

Postagens mais visitadas