Não existe ficção mais tragicômica que a História humana sobre a Terra
Partindo sempre do princípio que, diante da Imensidão Cósmica Interestelar, ainda somos meras partículas de poeira cósmica pensantes, a história humana sobre a Terra não passa de uma tremenda tragicomédia, muitas vezes mais tragédia do que comédia.
Lucien Febrev (22 de julho de 1878 a 26 de setembro de 1956), morto aos 78 anos de ataque cardíaco, visto como um grande historiador, diz já de cara em seu livro "Combates pela história": "Amo a história. Se não a amasse não seria historiador".
Como alguém ama algo que não não conhece por inteiro? É possível conhecer algo por inteiro?
Não há, para mim, nada mais ridiculamente ficcional e fantasioso que amar uma coisa que não se conhece por inteiro.
Quando o Febrev diz "Amo a história", penso que não há nada mais ficcional, fantasioso e mentiroso, ainda que seja uma mentira sincera.
Contudo, podemos condenar o Febrev por ser sentimental e amar irracionalmente uma coisa?
Quem nunca amou algo ou alguém sem conhecer por inteiro, que atire o primeiro juízo moral.
A questão é que a história, para mim, máxima data vênia às opiniões em contrário, por mais que os fanáticos da seita da "história é uma ciência" invoquem fontes, método, rigor e toda a ladainha academicista, não passa de uma grande ficção de uma espécie fadada à extinção.
Então, Febrev e muitos outros "analles-zistas" e de outros tipinhos, que dizem 'amar a história', amam a ficção. Nada mais que isso. E não vejo problema algum nisso, desde que sejam honestos e não venham com lorotinhas de 'a história é uma ciência'. Não é. Não, para mim. No máximo, uma ferramenta de investigação que poder ser conduzida cientificamente, com fontes, com método e rigor.
Como alguém ama algo que não não conhece por inteiro? É possível conhecer algo por inteiro?
Não há, para mim, nada mais ridiculamente ficcional e fantasioso que amar uma coisa que não se conhece por inteiro.
Quando o Febrev diz "Amo a história", penso que não há nada mais ficcional, fantasioso e mentiroso, ainda que seja uma mentira sincera.
Contudo, podemos condenar o Febrev por ser sentimental e amar irracionalmente uma coisa?
Quem nunca amou algo ou alguém sem conhecer por inteiro, que atire o primeiro juízo moral.
A questão é que a história, para mim, máxima data vênia às opiniões em contrário, por mais que os fanáticos da seita da "história é uma ciência" invoquem fontes, método, rigor e toda a ladainha academicista, não passa de uma grande ficção de uma espécie fadada à extinção.
Então, Febrev e muitos outros "analles-zistas" e de outros tipinhos, que dizem 'amar a história', amam a ficção. Nada mais que isso. E não vejo problema algum nisso, desde que sejam honestos e não venham com lorotinhas de 'a história é uma ciência'. Não é. Não, para mim. No máximo, uma ferramenta de investigação que poder ser conduzida cientificamente, com fontes, com método e rigor.


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