Esperando o vento...
Erick Hobsbawm, em "A Era das Revoluções", no Décimo-Sexto Capítulo CONCLUSÃO: RUMO A 1848 cita:
[...] "A pobreza e o proletariado são as úlceras que supuraram no organismo dos Estados modernos. Elas podem ser curadas? Os médicos comunistas propõem a completa destruição e aniquilação do organismo existente. ... Uma coisa é certa, se estes homens receberem o poder para agir, haverá não uma revolução política, mas social, uma guerra contra toda propriedade, uma completa anarquia. Por sua vez, isto daria lugar a novos Estados nacionais, e em que bases morais e sociais? Quem erguerá o véu do futuro? E que papel desempenhará a Rússia? "Sento-me na praia e espero o vento", diz um velho provérbio russo. Haxthausen, Studien ueber ... Russland (1847) 1" [...]
Até hoje, 2026, estamos sentados na praia esperando o vento...





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